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Posts Tagged ‘mozilla’
  • Categorias: Eventos | Responsável: Rafael Hernandez em jun 10th, 2010 Mozilla Drumbeat em São Paulo

    Mozilla Drumbeat em São Paulo: Dia 12 de Junho de 2010

    Mozilla Drumbeat em São Paulo: Dia 12 de Junho de 2010

    Se você ama a internet, pode um dia ter se perguntado: a web vai permanecer tão interessante, criativa e inventiva quanto é hoje daqui a 100 anos? A Fundação Mozilla, criadora do navegador Firefox, pensa que a internet pode e deve ser assim no futuro – mas, para isso, ela deve permanecer aberta e livre. Para que ninguém tenha que pedir permissão na hora de criar projetos na internet (nem a governos, nem a empresas); para que ninguém tenha seu acesso prejudicado ou bloqueado quando estiver compartilhando cultura e conhecimento; para que haja menos interesses políticos ou de mercado, e mais interesse público na rede.
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    Assim o Mozilla Drumbeat é uma iniciativa da Fundação Mozilla no Brasil. Drumbeat é uma comunidade global que convida professores, artistas, advogados, cineastas e outras pessoas que usam a Internet em seu cotidiano para fazerem coisas que tornam a web melhor, e que ajudem a mantê-la aberta por um longo tempo. Já pensou em contribuir para traduzir o conteúdo da internet – inclusive o que está em vídeo – para português e várias outras línguas? Ou então ajudar as pessoas a entenderem melhor as questões da privacidade na rede? Ou produzir arte e cultura para festejar a abertura da web? Ou educar estudantes e outros públicos sobre a internet aberta? Queremos que você se envolva e participe da Drumbeat no Brasil. Conte-nos o que acha dessa história e juntos pensaremos como podemos contribuir com essa causa.

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  • Categorias: Tecnologia | Responsável: Rafael Hernandez em abr 15th, 2009 Mozilla Firefox no Recordes Guinness.

    firefox downloadday 2008 rafaeldesigner Mozilla Firefox no Recordes Guinness.

    firefox-downloadday-2008-rafaeldesigner

    Eu sei que a notícia é antiga mas não pude notar o numero de pessoas que atualmente baixaram o Mozilla Firefox versão 3.0 (28,340,281) que hoje esta na versão atualizada 3.8.
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    Quando fiquei sabendo da idéia, já fui atraz de mais informações e acabei achando o site: http://www.spreadfirefox.com. Com a idéia de entrar no livro dos recordes a Fundação Mozilla disponibilizou o site: http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord com atualizações em tempo real com os download da nova versão 3.0 no mundo todo.
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    Tudo isso em apenas 24horas, conseguiram atingir a marca necessária para entrar no Recordes Guinness.

    firefox downloadday 2008 rafaeldesigner hoje Mozilla Firefox no Recordes Guinness.

    firefox-downloadday-2008-rafaeldesigner-hoje

    ie death 1 firefox com rafaeldesignercombr Mozilla Firefox no Recordes Guinness.

    ie_death_1-firefox-com-rafaeldesignercombr

    Hoje a Rafael Designer conta com o pessoal do http://iedeathmarch.org/.

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  • Categorias: Tecnologia | Responsável: Rafael Hernandez em mar 30th, 2009 Firefox em nova versão corrige falhas graves.

    firefox 3 logo hospedagem de site Firefox em nova versão corrige falhas graves.

    firefox-3-logo-hospedagem-de-site

    Lançada no fim de semana, versão 3.0.8 remenda brechas importantes

    No dia 28 de março, sábado, a Fundação Mozilla disponibilizou a versão 3.0.8 de seu navegador Firefox. Segundo o site The H Security, a nova versão foi anunciada na quinta-feira, 26 de março, e estava prevista apenas para o início desta semana. Todavia, a gravidade das falhas que corrigiria fez com que seu lançamento fosse antecipado.

    As duas falhas consertadas pela atualização eram consideradas críticas, ou seja, se exploradas permitiriam execução remota de código no navegador, explicou o site Webware.

    Uma das falhas, notificada inicialmente como um problema de estabilidade, permitira que uma folha de estilo XSL fosse utilizada para travar o navegador e, com isso, rodar códigos arbitrários na máquina afetada.

    A outra vulnerabilidade é relacionada a um método da linguagem XUL , e foi demonstrada durante o evento hacker Pwn2Own 2009.

    A atualização 3.0.8, disponível para os sistemas Windows, Mac OS X e Linux, pode ser obtida automaticamente pelo navegador, pelo menu Ajuda > Verificar atualizações, ou então manualmente pelo endereço www.mozilla.com/pt-br.

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  • Categorias: Tecnologia | Responsável: Rafael Hernandez em mar 26th, 2009 Chrome está a um passo de implodir o Firefox.

    O tema foi discutido nesta quinta no fórum de desenvolvedores do Chrome e a data para liberar uma versão do browser que suporte extensões de desenvolvedores independentes não foi definida, mas deve ficar em torno de maio deste ano.

    google chrome firefox mozzila design Chrome está a um passo de implodir o Firefox.

    google-chrome-firefox-mozzila-design


    Quando este modelo for efetivado, o Chrome vai se aproximar do Firefox, que possui centenas de características e recursos criados por pessoas de fora do projeto dos criadores do browser.

    Se por um lado o Google pode tornar seu browser mais atraente para nichos específicos de usuários, por outro corre o risco de ver seu navegador perder velocidade, uma característica invejável no navegador.

    De qualquer forma, o modelo adotado pelo Google cria uma dificuldade a mais para o Internet Explorer, que se isola na característica de aceitar apenas plug-ins criados pela Microsoft.

    Apesar de líder de mercado, o IE vem perdendo espaço há dezenas de meses consecutivos para o rival Firefox. O IE detém hoje 69,8% do market share de browsers, segundo a NetApplications. Já o Firefox mantém 21,52% deste mercado.

    Já o Chome não conseguiu ir além do 1% desde sua estreia. O navegador do Google teve um início fabuloso, com adoção massiva por usuários do mundo todo. O que as estatísticas mostram, no entanto, é que a febre que beneficiou o Chrome não durou muito. Grande parte dos usuários baixaram o Chrome para “conhecer” o navegador do Google, mas logo depois desistiram dele.

    Em um passado não muito distante, o Google afirmou que o Chrome passaria a suportar extensões de terceiros. Pois então: isso já virou realidade. A imagem acima, aliás, é um retrato do primeiro complemento produzido para o navegador de Larry Page e Sergey Brin. O pequeno programa não faz nada de especial: apenas troca o logo do site do Google pela imagem que você escolher. Serve, no entanto, para demonstrar que a briga vai começar a ficar feia.

    Um tutorial completo de como instalar e rodar a extensão pode ser encontrado no site voltado para os desenvolvedores do Chrome. Para fazer a experiência, é necessário ter a versão de desenvolvimento ou beta instalada no seu PC. Em linhas gerais, basta fazer uma alteração no atalho de execução do navegador e copiar os arquivos do complemento para o diretório especificado. Moleza.

    Resta saber como o Chrome vai lidar com complementos mais complexos. Mesmo assim, duvido que, com um acerto aqui e ali, ele não se iguale ao Firefox. Também acho que não vai demorar muito para isso ocorrer. Vale lembrar que o que prende um monte de gente ao navegador da Fundação Mozilla são exatamente as extensões, seu principal diferencial.

    Imagine quando o Google lançar complementos exclusivos para turbinar os seus serviços? Com certeza eles vão funcionar primeiro no Chrome, atraindo uma legião de adeptos do navegador da raposa queimada. Alguém vai chamar esses usuários, num primeiro momento, de traidores. Depois, vai provavelmente se juntar à massa.

    Não faltarão dinheiro e empenho ao Google para popularizar o seu próprio browser e convencer internautas a deixar de lado o seu rival, além de abocanhar uma fatia do Internet Explorer. E aí o Firefox só poderá ser encontrado no mesmo lugar em que o Netscape está disponível hoje: um artigo na Wikipedia.

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  • Categorias: Geral | Responsável: Rafael Hernandez em mar 19th, 2009 IE, Firefox, Opera, Safari ou Chrome: qual o browser mais seguro?

    internetexplorer mozillafirefox opera safariapple IE, Firefox, Opera, Safari ou Chrome: qual o browser mais seguro?

    internetexplorer-mozillafirefox-opera-safariapple

    A sua escolha por algum navegador pode mudar as chances de você ser infectado? O senso comum sugere que se evite o Internet Explorer simplesmente porque ele é alvo de uma quantidade muito maior de malware do que qualquer outro browser.

    Faz sentido, mas não podemos ficar conformados com essa resposta simplista. Por isso, nós vasculhamos a fundo as funcionalidades de segurança dos cinco browsers mais populares: Internet Explorer , Firefox , Opera, Safari e Chrome . Dissecamos cada um dos recursos e funções de segurança enquanto navegávamos pelos sites mais perigosos e infectados da Internet.

    No fim das contas, concluímos que um comportamento consciente do usuário e o hábito de instalar sempre as últimas atualizações trazem um impacto muito maior na segurança do que o navegador escolhido.

    A maioria dos malwares precisa de um cúmplice: o usuário. Você poderia até achar que as pessoas sabem que, ao visitar um site estranho e este oferece um download - desconhecido ou não - , a resposta correta é Não.

    Mas os novatos não conhecem os limites da segurança. Ironicamente, a grande maioria das infecções ocorre quando um usuário cai em armadilhas como a do falso scan de antivírus (Você foi infectado, baixe este programa de antivírus). Não há navegador que consiga proteger alguém de uma tolice como esta.

    A boa notícia é que os usuários espertos que não cometem esses vacilos e se mantêm em dia com os patches não têm muito o que temer, nem mesmo as piores vizinhanças da web.

    Em nossos testes, que incluíram exposição a mais de uma centena de sites públicos sabidamente maliciosos, nenhum dos navegadores com updates atualizados permitiram a infiltração de infecções, apesar de não terem sido raras as vezes em que browsers travaram e em que foi necessário reiniciar totalmente o sistema.

    Tenha sempre em mente que o navegador não está sozinho nessa batalha. Através do browser, malwares baseados em web podem aproveitar-se de vulnerabilidades no sistema operacional e em plug-ins como Flash, Java e QuickTime.

    Além do navegador em si, tudo isso também deve ter os patches atualizados e instalados corretamente. Pra nossa sorte, sabemos que a web também faz esse trabalho sozinha: a maioria dos softwares mais populares, hoje em dia, dispõe de atualizações automáticas inclusive os navegadores que testamos.

    Os cinco grandes
    Todos os cinco browsers têm bloqueador de pop-ups, filtros anti-phishing e proteção de senha. Com exceção do Opera, eles permitem navegar em sessões privadas, nas quais o navegador não salva nada que possa ser usado para rastrear seus passos online histórico, cookies, arquivos temporários etc.

    Mas somente dois deles IE e Firefox têm o melhor recurso de todos: zonas de segurança configuráveis, o que permite que usuários estabeleçam diferentes níveis de segurança para diferentes sites, baseado em suas respectivas confiabilidades.

    Por exemplo, é possível criar uma zona na qual sites obscuros e com visual sombrio precisam passar pelas medidas mais rigorosas do navegador, como desativar o JavaScript que muitas vezes tem um papel importante nessas questões maliciosas. O Firefox e o Internet Explorer também deixam que seus usuários desativem complementos diferentemente de Safari, Opera e Chrome.

    Esses recursos fazem um papel importantíssimo de manter o usuário seguro. Eles variam dependendo do navegador: alguns possuem certas funções, outros não. E certos browsers são simplesmente melhores no quesito segurança do que outros. A seguir, um rápido olhar sobre cada um dos cinco navegadores.

    Microsoft Internet Explorer 8 beta 2
    Prós: O Internet Explorer ostenta mais de 1300 controles de segurança, enquanto o vice-líder nesse aspecto (Firefox) possui 150. O IE tem cinco zonas de segurança facilmente configuráveis e permite que você desative o JavaScript e os add-ons. É o único navegador com Controle de Pais.

    Contras: A popularidade do Explorer faz com que seja o alvo principal dos hackers. Seu suporte singular ao ActiveX (outra forma pela qual malwares entram num PC) traz uma ameaça adicional de segurança da qual outros navegadores não sofrem.

    Leve em conta: Os excelentes controles de segurança do IE deveriam ser confrontados com o fato dele ser o navegador mais atacado do mundo.

    Mozilla Firefox 3.12
    Prós: Este veterano de Guerra possui zonas de segurança e um gerenciador de complementos já incluso que permitem desativar facilmente add-ons e JavaScript.

    Contras: Configurar as zonas de segurança, no entanto, não é fácil.

    Leve em conta: O Firefox é uma boa opção de navegador para usuários domésticos.

    Apple Safari 3.2.1
    Prós: O Safari oferece o filtro anti-phishing mais eficiente, além de sempre perguntar ao usuário sobre download de arquivos. O Safari (assim como o Chrome) faz um belo trabalho ao cloquear cookies indesejados.

    Contras: Fica devendo zonas de segurança e a capacidade de desativar add-ons.

    Leve em conta: Apesar de ter um visual muito bacana, o Safari é uma caixinha de surpresas quando o assunto é segurança. Mesmo assim, o browser da Apple se totalmente atualizado e rodando em um sistema com os últimos patches pode ser um ambiente seguro.

    Opera 9.63
    Prós: O Opera possui diversos controles de segurança e boa proteção contra os chamados DoS (Denial of Service).

    Contras: não oferece zonas de segurança, função de desabilitar complementos, nem navegação em sessão privada. Sua falta de suporte para os principais recursos de segurança do Windows pode colocá-lo em alto risco.

    Leve em conta: O Opera é um bom navegador, mas não foi exposto a provas severas de ataques constantes. O suporte para os recursos de Data Execution Prevention and Address Layout Space Randomization do Windows é necessário antes que seu uso seja altamente recomendado.

    Google Chrome 1.0
    Prós: JavaScript roda dentro de uma máquina virtual. O Chrome (como o Safari) faz um bom trabalho ao bloquear cookies indesejados.

    Contras: O Chrome não consegue desativar o JavaScript um grande problema considerando-se que Java está envolvido na maioria dos eventos maliciosos da web. O Chrome permite que senhas sejam mostradas em texto pleno, o que pode expô-las a quem estiver por perto do PC, e foi afetado por problemas relativamente simples de sobrecarga de buffer.

    Leve em conta: O modelo de segurança que o Chrome segue é excelente, mas as escolhas que o Google fez para seu navegador foram péssimas. Mais problemáticas, as vulnerabilidades encontradas no Chrome são tão simples e comuns que o Google poderia tê-las evitado.

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