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Categorias: Destaques, Software Livre | Responsável: Brunno Rodrigues em fev 2nd, 2010
Linux vs. Segurança
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Sabe aqueles assuntos que saem em uma roda de amigos ou conhecidos, onde por mais que se discuta, vozes altas e tons exaltados, o assunto sempre morre e ninguém tem razão. Mais ou menos esse tipo de assunto virou a questão de segurança da informação, ainda mais quando se trata de sistemas livres (que é onde realmente existe segurança para se discutir).
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Conheci o Ubuntu em 2007 e o utilizo desde então, são quase 3 anos, o utilizo como sistema principal desde o inicio de 2009, quase 1 ano. Durante todo esse período, que ainda assim pode ser considerado por muitos curto, nunca tive problema algum com vírus dentro do OS livre, mesmo não possuindo na máquina nenhum anti-vírus ou firewall para me proteger. Reconheço que essa não é a melhor atitude, mas além da confiança que o sistema me passa, também não utilizo nenhuma transação de grande valor financeiro por meio do meu computador.
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O que me levou a escrever esse post foram alguns tweets de um conhecido blogueiro, que diz “Nunca tive problemas com segurança no Ubuntu, não precisa de anti-vírus nem de firewall” e etc etc. No entanto duas cenas diferentes me “abriram os olhos” quanto a certas verdades. Em uma delas, servidores Ubuntu funcionando como computadores fantasma para envio de spam; a outra, o site gnome look, um dos principais sites de customização do sistema possuía um tema e um save screen que na verdade não passavam de vírus que se instalava na máquina com a permissão do usuário e tomavam controle. Isso sem contar o recente ataque à Google, onde crackers na China conseguiram tomar contas de ativistas, que mesmo não havendo Sistemas Livres envolvidos, estamos falando de uma grande empresa no ramo de informática e que não pode ser simplesmente ignorada.
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Boas práticas em qualquer sistema operacional é algo sempre bem-vindo, mas o que seriam essas boas práticas e até onde elas podem nos dar segurança.
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Só para citar exemplos: somente instalar programas os quais você conhece e confia a respeito de sua origem (e isso exclui totalmente programas pirateados), download de arquivos de músicas filmes, livros e etc somente de sites os quais você já tenha uma boa experiência e ainda assim ter extremo cuidado com esses arquivos, seja prudente ao clicar em links enviados por seus amigos via msn, e-mail, orkut, e afins, configure senhas administrativas e de usuários com letras, caracteres especiais e números, de forma que seja difícil de quebrar, é importante aqui exaltar o quanto o windows é falho nesse aspecto, pois, usuários comuns podem facilmente excluir arquivos de extrema importância para inicialização e bom funcionamento do sistema.
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Além dessas boas práticas que são um tanto subjetivas, existem também ferramentas dedicadas ao extermínio de pragas, como anti-vírus, anti-spyware e também o firewall que se concentra na proteção à máquina contra ataques externos. No Ubuntu você poderá encontrar uma variedade deles no repositório do sistema.
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Bom, nenhum sistema operacional faz milagres isso certo, se você quer pegar um vírus você com certeza irá conseguir, em alguns sistemas, mesmo você querendo será uma pouco difícil, já em outros…
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Não entrando em ‘verdades’ pessoais, se você ao menos pretende manter seus dados seguros, seguir as boas práticas seria o ideal.
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Categorias: Sistema Operacional, Software Livre | Responsável: Brunno Rodrigues em dez 15th, 2009
Conhecendo o Ubuntu e sua história
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Rápido, Seguro, Fácil e Livre. É assim o Sistema Operacional UBUNTU.
A palavra Ubuntu, de origem africana, e embora o sistema que a encorpora seja relativamente novo a palavra em si já é bem antiga e significa algo como “humanidade a todos” ou “sou o que sou pelo que somos”, ambas traduções com sentido fortemente ligado à união de todos para o crescimento de uma humanidade em conjunto.
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No geral, podemos dizer que Ubuntu é um software criado, desenvolvido e mantido pela comunidade, para a comunidade, que mantém as ideias filosóficas principais:
-- Todo usuário de computador deve ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, compartilhar, alterar e melhorar seu software por qualquer motivo, sem ter que pagar taxas de licenças.
- Todo usuário de computador deve poder usar seu software na língua de sua escolha.
- Todo usuário de computador deve receber todas as oportunidades para usar um software, mesmo que seja portador de deficiência.
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O software segue a GPL, sendo assim é um programa software livre, totalmente open source, onde qualquer um pode abrir seu código e modificá-lo de acordo com suas necessidades.
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O Ubuntu nasceu no dia 20 de outubro de 2004 com a versão 4.10 The Warty Warthog (O Porco-Africano Verruguento) e atualmente se encontra na versão 9.10 The Karmic Koala (O Koala Carmático). As versões saem de mês em mês e os nomes são atribuídos com o nome de uma animal e um adjetivo atribuído a ele.
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Bom, é isso ai pessoal… se tiverem alguma observação interessante sobre o SO (Sistema Operacional), que queiram citar, ou alguma dúvida, é só postar aqui… Obrigado
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Categorias: Software Livre, Tecnologia, Open Source | Responsável: Brunno Rodrigues em nov 27th, 2009
A liberdade em três letras – GPL
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A liberdade em três letras - GPL
Olá a todos!! Bom.. antes de inciar esse primeiro post. Quero agradecer ao Rafael, por ter me dado a oportunidade de poder colaborar com o site, valeu cara. Então é isso ai.
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Bom, muitas pessoas conhecem a onde Open-Source ou código aberto, programas comerciais ou não que disponibilizam seus códigos para que todos possam estudar e aprimorá-los, programas como o navegador Firefox, e o sistema operacional Ubuntu são apenas alguns dos grandes nomes conhecidos nessa área.
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Para nós, seguidores desse tipo de desenvolvimento, a norma é: conhecimento é de todos, logo deve ser compartilhado para o bem de toda comunidade.
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Existe uma frase, bastante conhecida: “Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã, e nós trocamos as maçãs, então você e eu ainda teremos uma maçã. Mas se você tem uma ideia e eu tenho uma ideia, e nós trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias.” (George Bernard Shaw).
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Toda essa filosofia se desenvolve dentro de um licença, chamada GPL (General Public License – Licença Pública Geral) sendo essa baseada em 4 conceitos básicos:-
A liberdade de executar o programa para qualquer proposito. (liberdade nº0)
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A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. (liberdade nº1)
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A liberdade de construir cópias de modo que você possa ajudar o seu próximo (liberdade nº2)
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A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3) – acesso ao código fonte é requisito para essa liberdade
Um conceito que se confunde bastante é, embora o código do programa seja aberto nem sempre ele é gratuito, embora não seja o mais comum, programas como por exemplo o cedega, cobram pela sua utilização.
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Bom, é isso ai pessoal, espero que tenham compreendido um pouco desse vasto mundo que é o Open-Source e sua licença, programas com um qualidade bem maior que os proprietários e gratuitos.
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